GNV no transporte coletivo: muita economia!

O uso do gás natural veicular no transporte público, em substituição ao diesel, pode gerar impactos positivos para a saúde da população, mostra estudo do Instituto Saúde e Sustentabilidade.

O relatório divulgado afirma que a substituição de 50% da frota de ônibus urbanos das regiões metropolitanas do Rio de Janeiro e de São Paulo por veículos movidos a GNV evitaria 10.679 mortes e 5.284 internações públicas nessas áreas, de 2018 até 2025.

Em termos de custos, seriam poupados R$ 4,5 bilhões em produtividade e R$ 8,8 milhões em gastos públicos em saúde (SUS).

A substituição do diesel pelo GNV levaria à diminuição das emissões de material particulado fino (MP2,5), um dos grandes vilões da poluição atmosférica. Essas micropartículas podem causar ou agravar uma série de problemas de saúde.

De forma simplificada, pode-se dizer que a fumaça produzida pelos ônibus movidos a diesel é tóxica e muito prejudicial à população dos grandes centros.

“Os resultados de intervenção do uso do GNV na frota de ônibus revelam-se uma alternativa promissora para a substituição do diesel e para o desenvolvimento da mobilidade sustentável no país”, diz material de apoio da divulgação do relatório.

Veja este estudo na íntegra: Avaliação dos impactos na saúde pública e sua valoração devido à implementação do gás natural veicular na matriz energética de transporte público – ônibus e veículos leves em seis regiões metropolitanas no Brasil. Acesse aqui.

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