Manutenção do GNV: motor a gás tem particularidades, mas manutenção é simples

Manutenção do GNV: motor a gás tem particularidades, mas manutenção é simples

A manutenção do GNV é essencial para o bom funcionamento do veículo e, claro, para a segurança do motorista. É importante destacar, no entanto, que manter a conservação de veículo movido a gás se equipara às necessidades de um carro a gasolina ou etanol.

Sim, há algumas particularidades devido às próprias características do combustível. Também é imposta uma rotina de manutenção preventiva com o GNV, pois é preciso rodar com o certificado anual válido. O aspecto positivo é ter a certeza de sempre circular com o melhor desempenho, melhor rendimento e com um sistema seguro.

O que muito se diz por aí é que o gás traz prejuízos ao motor. Tal afirmação não se sustenta quando especialistas do ramo automotivo são consultados. Segundo a Companhia de Gás de São Paulo (Comgás), o GNV aumenta a vida útil do motor , que se mantém em boas condições de limpeza. Isso porque o combustível é mais limpo e contém menos impurezas que danificam as peças.

Manutenção do GNV: cuidados necessários

O principal cuidado relacionado não somente à manutenção do GNV, mas também à instalação do kit, diz respeito à escolha da oficina instaladora, que deve constar na relação de estabelecimentos credenciados pelo Inmetro.

Somente uma empresa certificada será capaz de orientar adequadamente o proprietário do veículo sobre os itens que precisam ser revisados e com que periodicidade, além de, na execução do serviço, empregar componentes de qualidade atestada.

Os cuidados com a manutenção do GNV são muito semelhantes aos de um carro movido a combustível líquido. Ou seja, em geral, valem os prazos de revisões recomendados no manual do proprietário de cada veículo.

As orientações específicas para quem roda com o gás estão relacionadas à vela, cuja troca deve ser feita a cada 15 mil quilômetros, e ao filtro de ar, item que deve ser verificado a cada 10 mil quilômetros rodados. Também vale mencionar que é preciso fazer o reteste hidrostático obrigatório dos cilindros a cada 5 anos.