Combustível adulterado? Não com o GNV

Na hora de abastecer o carro, uma preocupação recorrente dos motoristas é com a qualidade do combustível. O cuidado se justifica, pois com frequência são noticiados casos de adulteração da gasolina ou do etanol, o que lesa o consumidor e representa um risco para o funcionamento do motor.

Mas e o GNV?

O Gás Natural Veicular (GNV) apresenta uma série de benefícios quando se leva em conta aspectos ambientais e econômicos. Ao ser comparado ao etanol e à gasolina, o gás acumula ainda uma outra vantagem: o produto não é alvo de adulterações.

O gás chega aos postos por redes de dutos com a sua qualidade já atestada. Esse combustível passa por um processo especial de estocagem em razão de sua elevada pressão de trabalho. Interferências em suas propriedades nos pontos de venda tornam-se inviáveis.

Já os combustíveis líquidos ficam armazenados em tanques e mais sujeitos à ação desonesta de adulteração de sua composição.

De olho na qualidade dos combustíveis

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), órgão regulador das atividades que integram as indústrias desse setor, considera adulteração a adição ilegal de qualquer substância aos produtos.

Entre outras atribuições, a ANP fiscaliza a comercialização dos combustíveis em todo o território nacional. Em seu balanço anual de 2018, a agência identificou que:

  • O etanol hidratado registrou o maior número de não conformidades pelos postos do país, principalmente com irregularidades relacionadas ao teor alcoólico das amostras.
  • A gasolina ocupou o segundo lugar em irregularidades detectadas pela fiscalização, com destaque para o percentual de etanol anidro acima do permitido.

As adulterações podem causar problemas mecânicos aos veículos, tais como: perda de potência, aumento do consumo e acúmulo de resíduos em partes e componentes do motor.

O condutor que faz a opção pelo GNV tem mais garantias de estar pagando pelo que realmente está consumindo em termos de qualidade do produto, o que traz tranquilidade não só quanto à conservação e ao rendimento do automóvel, mas também quanto à segurança.

Fraudes por quantidade de combustível

Também é comum que o consumidor se preocupe com a quantidade de combustível realmente recebida no momento do abastecimento. Afinal, o justo é pagar exatamente pelo volume que está sendo cobrado.

Fraudes metrológicas costumam ser sofisticadas, mas alguns postos pelo país investem em mecanismos complexos para manipular as bombas e aumentar a margem de lucro com a venda de todos os tipos de combustíveis.

Do mesmo modo, os agentes fiscalizadores recorrem a equipamentos cada vez mais modernos para detectar desvios.

Além do prejuízo financeiro, as bombas violadas podem colocar o consumidor em risco, seja qual for o produto na hora de abastecer.

Os motoristas devem ficar atentos aos marcadores no momento do abastecimento e ao desempenho do carro logo na sequência. Ao suspeitar de irregularidades nas bombas ou notar anormalidades no rendimento da gasolina, etanol ou GNV, pode-se formalizar denúncia junto à ANP (clique aqui), que irá promover a verificação do cumprimento das regras vigentes para comercialização desses produtos.

Ainda que possa ser alvo de violações relacionadas à quantidade, o gás automotivo segue como a opção menos impactada pela ação de fraudadores.
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